green and brown sofa chair

Um processo claro para decisões residenciais
e comerciais.

A finalidade do espaço muda o briefing, mas a lógica mantém-se: compreender antes de propor, relacionar antes de escolher e validar antes de concretizar.

O nosso processo

O que acontece em cada fase.

Começamos pelas pessoas, pela atividade e pelo espaço existente ou previsto. Uma casa exige rotinas e necessidades domésticas; um negócio acrescenta marca, público, equipa e operação.

Transformamos o briefing numa direção espacial e visual. As decisões são pensadas como partes do mesmo sistema, não como escolhas soltas.

Apresentamos, explicamos e ajustamos. O feedback é confrontado com função, coerência, condicionantes e prioridades antes de fechar escolhas.

Quatro Etapas

Organizamos os elementos previstos no serviço para apoiar a concretização. O grau de desenho, especificação, compras ou acompanhamento depende da proposta contratada.

Compreender

Desenvolver

O nível de detalhe e acompanhamento varia com o serviço. A proposta identifica entregáveis, momentos de decisão e responsabilidades.

01

Primeira etapa

02

Segunda etapa

Pode Abranger

  • Objetivos e utilizadores

  • Referência e identidade

  • Prazo pretendido

  • Rotinas ou operação

  • Condicionamento do espaço

  • Enquadramento de investimento

Pode Abranger

  • Delimitação de zonas e layout

  • Materiais e cor

  • Mobiliário e equipamentos

  • Conceito e linguagem

  • Iluminação e ambiente

  • Soluções específicas do âmbito

03

Validar

terceira etapa

Pode Abranger

  • Apresentação das propostas

  • Recolha de feedback

  • Revisão de compatibilidades

  • Comparação de alternativas

  • Ajustes acordados

  • Validação do conjunto

04

Preparar

Quarta etapa

Pode Abranger

  • Elementos finais do serviço

  • Prioridades e sequência

  • Orientações de concretização

  • Especificações aplicáveis

  • Articulação prevista

  • Fecho do âmbito contratado

Residencial e comercial não partem do
mesmo briefing.

No residencial, aprofundamos hábitos, conforto, privacidade, arrumação, fases de vida e relações entre pessoas e divisões. No comercial, acrescentamos posicionamento, público, equipa, fluxo, atendimento, capacidade, manutenção e necessidades operacionais.

Esta diferença evita aplicar uma solução doméstica a um negócio ou transformar uma casa numa resposta impessoal.

A diferença do contexto

O que precisamos do cliente.

Informação disponível

Plantas, medidas, fotografias, condicionantes, equipas envolvidas e decisões anteriores ajudam a reduzir suposições.

Feedback claro

Dizer o que funciona, o que preocupa e porquê permite ajustar sem perder o objetivo principal.

Responsabilidades definidas

A proposta deve indicar o que pertence ao design de interiores, ao cliente e a eventuais equipas de arquitetura, engenharia, execução ou fornecimento.

Colaboração

Um bom projeto depende de decisões informadas de ambas as partes.

Precisamos de acesso à informação relevante, feedback dentro dos momentos acordados e transparência sobre prioridades, limitações, prazos e enquadramento de investimento.

primeiro passo

Não precisa de preparar um briefing perfeito. A primeira conversa serve para organizar a informação essencial.

Comece por descrever
o espaço e o objetivo.

Design de interiores residencial e comercial no Norte de Portugal.

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